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Poemas


Minha razão



























Essa proibição que mais me afasta
Da verdadeira valorização.
A multidão ignorante que contrasta
Contra minha individual razão

Que ainda que sozinha..., verdadeira!
Pois esse só é mais correcto que tudo.
Críticas feitas de qualquer maneira
Mas que ainda assim, não me deixam mudo.

E mesmo que seja preciso o grito,
Ou outra forma mais, para a expressão...
Na minha poesia eu acredito!

Assim permanecendo, mas não aflito,
Meu ego alto em superiorização,
Nunca inconsciente quando medito.

António Botelho


Somente incógnito























Somente incógnito, ala do ceder.
Destituído de pensamento instável
Convicto dessa fé... sem padecer,
Procuro o que ainda é mais infindável.

E dessas convicções mal-humoradas,
Dos meus passados que me vão informando...
Nada mais eu pedi, ajudas ou espadas,
Pensam que mais triste me vou tornando!

E pensais que padeço ou vou morrendo
Mas, assim estais, por lapso, enganados...
Minha alma é flor! Vai rejuvenescendo!

Mesmo que me culpeis por esse feito
Sou dos lados mais bem organizados...
Somente terei em conta o mais perfeito!

António Botelho





























Minha sombra escura
Mais negra que a negridão,
Talvez uma côr pura
Olhada pela solidão.

Pois somente minha identidade
Não revelável em papel,
Pois não há capacidade,
Espesso como mel,

Da mesma forma que não há
Tão espesso suporte,
Minha identidade pesará
Derrubando-o até à morte.

Nem minha voz, nem minha aparência,
Nada meu constituinte
Mas não escondo minha sapiência
E não deixo de ser ouvinte.

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
António Botelho


Auto-realização





















Nasci para voar
Mas, esse poder não tenho.
Tendo em tudo o apesar
Do meu valor e empenho.

Trago ao rosto do meu amigo
A expressão de um sorriso,
É característico do que consigo
E assim me realizo.

Pois somente voa a imaginação,
Os pés ficam assentes na terra
Mas, por outra opção,
Aviões inventados para a guerra.

E é nesta compreensão
Que me vou regendo,
Alcançando a personificação
Do meu ser, vou-me conhecendo.

Segunda-feira, 07 de Setembro de 2009
António Botelho


Na minha boa casa

Cristalizo o soneto da alma
Ao qual sou submetido
Com a mais pura e bela calma
Sinto-me desmedido.

Não sendo o soneto o soneto.
Não sendo o que aparenta.
Somente o silêncio obsoleto
E a delicadeza que contenta.

Sinto em redor cada presença,
Cada objecto é tudo.
Lembro palavras de sapiência
Que são o meu actual escudo.

Predisposto para com as lembranças
Que são parte de mim,
Dividido pelas andanças,
Junto a meus entes, nirvana assim.

Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009
António Botelho




O segredo do segredo

Mirabolantes pensamentos
Na estante repousam,
Escritos por acontecimentos,
A ser publicados não ousam.

Pois o segredo é próprio
Do segredo da mente.
Sendo sempre sóbrio,
Correcto, de forma eminente.

O amontoamento numeroso
Em sinfonia com a meditação
Do corpo trabalhoso.
Mente e corpo – uma potenciação.

Dos actos meus afinal,
Lívidos para com a moral,
Destemidos do maior mal,
Pois o final será sempre mortal.

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
António Botelho


Os revoltados




















O ponto de vista dos revoltados
Também deve ser tido em conta,
Dada a notoriedade desses dados
Aos quais o revoltado remonta.

Não nos deixemos cair no condicionado
Pensamento que cria estereótipos,
Face a esse grupo padronizado,
Faltam bons pensamentos ópticos.

Analisando a verdadeira costura
Do tecido utilizado para a formulação
Das duas revoltas com postura
Face à verdadeira condição

Que deve ser tida em atenção,
Esqueçam os membros do poder,
Pois esses apenas atenderão
À vontade da sociedade sem se aperceber.

Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
António Botelho


Noite de serenata




















Ala à frente da serenata
Falam estudantes...
Dessa grande democrata,
Estudam os amantes.

Singidos ao problema
Da sociedade actual,
Sempre no estratagema
Desse querer divinal

E revolucionário...
Sempre para lá do além.
Mesmo que o questionário
Seja sempre para o bem.

Elejo-me eu o defensor
Da tradição mais humorada.
Não dispenso o batedor
Dessa sentimental badalada.

Quarta-feira, 20 de Outubro de 2009
António Botelho


“O poeta” e não o “bom poeta”




















O poeta admira o que é belo,
Sabe apreciar a natureza.
Não ignora o cavalo brunelo,
O poeta é fraco mas, também fortaleza.

Digo “o poeta” e não “o bom poeta”,
Pois ou se é poeta ou não é,
Cada um tem em conta diferente meta
Nunca menosprezando quem está ao seu pé.

O poeta exige o bem ao seu lado
Não só critica como soluciona.
Procura o monte mais isolado
Para respirar fundo e mais à tona.

O poeta chora pela tristeza
Não só sua mas também do amigo,
Procura a máxima pureza
Desejando aplicá-la a quem corre perigo.

Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
António Botelho


Chuva





















Caem gotículas
Embatem sobre tudo
Aleatórias partículas
Sob o silêncio veludo.

Ou por vezes estrondosamente
Avassalam, é o autonal
Acordam o inconsciente.
É decomposição natural.

Não é ela que causa doenças
Mas sim o descuidado
Que, por essas falsas avenças
Pagam o dobro do esperado.

E, mesmo que a designem destruidora,
Ácida para com os vegetais,
Somente a culpa da mão manipuladora
Humana actual e dos animais.

Quinta-feira, 08 de Outubro de 2009
António Botelho




Auto-estima falecida



























Esqueço o que pensava
Somente há um minuto
Pela decência que me enganava
Sinto-me errado no viaduto.

Penso duas vezes, nada mais,
Pois nem isso deveria,
Somente mais perto do cais
É a realidade que me associa.

Descredibilizo toda a gente
Posicionando-me na recessão.
Lutei de forma diferente,
Mas decaí sem atenção.

Procuro a realização
Das promessas feitas,
Apenas o vazio com opção
Já as paciências são estreitas.

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
António Botelho



Sono Ausente




















Encravado pela incapacidade
Dominadora do meu estado,
Suplico à auseência de luminosidade
Que me deixe ensonado.

Mas a prece é desajolada,
Não é atendida pela vontade
Que, talvez atordoada
Se rege em conformidade.

Olhos raiados de encarnado
Que me faz pestanejar
De mais para com o normalizado,
Insiste em não parar.

Esfrego nervosamente
Bocejo mas, de nada vale.
Esperneio fluentemente
E não há nada que me cale.

Sábado, 25 de Setembro de 2009
António Botelho


Pensamento articulado

























Fricciona a  mão sobre o queixo,
Olhar directo não pestanejante,
Lágrimas que não deixo,
Meu gesto é atenuante

E cativante ao respeito
Que é imposto pelo jeito
Do aparentado perfeito
Mesmo não sendo eleito.

Recebendo o convite
Para a ordenação
Para que a senhora lei dite
A justiça pela confissão.

Pensando sobre o reflectido
Mesmo com certeza e inteligência,
Ainda tudo é devido
À necessidade de sapiência.

Quarta-feira, 24 de Setembro de 2009
António Botelho 


Sofistas latentes





















Nas nuvens que condensam
O cume da montanha
Onde os sofistas pensam,
Remetem à sua entranha.

Sob raios que relampejam
Noite após dia,
Sob o alcance do que almejam,
A multidão vazia.

No ponto mais visível
Tornam-se a sombra indigente
Pois ninguém os vê nesse nível
Ainda que não total latente.

Sem abrigo algum nessa sina
Recaídos sobre pureza da natureza
Onde água cristalina
Nasce com a máxima delicadeza.

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
António Botelho



O nosso grão de areia



















Visiona de outro ponto de vista
Essa esfera azulada
Dependente da conquista
Que um dia será apagada.

No meio da imensidão
Denomina-se o prodígio
Residente na solidão
Do universo como rodízio

Que, mirabolante exercita
A continuadas sobrevivência,
Um grão que levita,
Se é grande, só de aparência.

Pois permanece infinito
Que é finito à nossa capacidade
Desde sempre e até sempre mito
Permaneço na imparcialidade.

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
António Botelho

Fonte da imagem: http://bp1.blogger.com/_VXu5SatYpCM/SDjNxTtmAmI/AAAAAAAAAAM/atUABO-rYyI/S220/globo+terrestre.jpg


Renovo a naturalidade





















Cosmopolita e pedagogo
Capacidade auto decifrável
Sob o livro que prorrogo
Face à naturalidade infindável.

Primordial escriba
Sob a condição natural
Do que o sacia e iliba
De fingidor celestial.

Sem conhecimento universal
Ausente dessas corriqueirices,
Somente a fundamental
Distância das charlatanices.

Pois o que me roga o invejoso
Somente me inspira
Para que seja dispendioso
Seu tempo e sua ira.

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
António Botelho


Mente sedosa



























Mente sedosa
De pensamentos concretos,
Algo pecaminosa
Por entre esses afectos.

Listada para com a ceita
Que tenciona o bem,
Sem mal à espreita
Vence a qualquer aquém.

Não procrastinado
Mas praticando de imediato,
Independente do achado
E de todo o aparato.

Prevejo então o adornar
Desse pensamento
Que volta a tentar
O seu reconhecimento.

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
António Botelho


Dados concretos


  
























Pela apreciação individual ou global
Encaro-me com o aperceber
Que o meu protótipo é principal
Para tudo o que querem fazer.

A poesia não são só “desfarias”,
São também algo concreto.
Essas inconscientes sabedorias
Nem sempre admiráveis no decreto

Da boa poesia, a mais fulminante
Que, por outra sinfonia
Sobe de posto a aspirante
Para que nem sempre seja ironia.

Não nos podemos apresentar
Sob palavras escritas ao acaso
Pois temos de percepcionar
Que o que queremos dizer é raso.



Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
António Botelho


O senhor verdade



























“A verdade é só uma”,
Derruba a mentira.
Mas instável como pluma
Sob a leve brisa que a atira

Para longe do alcance do senhor
Que reclama a verdade
Como virtude do seu batedor,
Esquecendo o que pensa a sociedade.

O senhor da verdade bebe demais
Para que possa pronunciar-se
Sob a verdade, os seus ideais,
Para procurar-se e achar-se.

É portanto a verdade só uma,
Independentemente da ira
Que se apresenta contra e, em suma,
A verdade actual é mentira.

Segunda-feira, 07 de Setembro de 2009
António Botelho


A palavra



















A palavra divulga-se, não se vende.
Deve ser elevada, valorizada.
Cada alma no mundo acende
Para obtermos a mente purificada.

A palavra é independente
Da demagogia do seu portador.
Apesar do assunto envolvente,
Deve ser clamada com pundonor.

A palavra é o meu poder,
Dada a minha capacidade.
A criação faz-se a sofrer
Com o relato da sociedade.

A palavra realiza-me.
Toma partido da expressão
Dos meus sentimentos, hipnotiza-me
Para alcançar a imensidão.

Quarta-feira, 30 de Agosto de 2009
António Botelho





Padece a escrita, padece o espírito





















Perfilado para com o desvario.
Desconheço o quê ao certo,
Quantas as ideias que associo,
Perplexo num rumo incerto.

A sombra aponta direcções
Que permanecem desconhecidas.
Nem com novas ilusões
Serão algo perceptíveis.

Pois a comparência mental
É algo inerente.
Apesar do racional
Estar sempre presente.

No algo confuso me sinto,
Penso sobre o pensamento.
Não basta só isso, minto
Dizendo que não sinto sofrimento.

Terça-feira, 01 de Setembro de 2009
Autor: António Botelho


Naturalidade acima da questão



























Sinto a corda que desafina
No momento da tua ausência.
Necessito de parafina,
Coisas de sentimento com sapiência.

Apelo a essa sabedoria,
A que faz parte de mim.
A que detenho em sintonia,
Tal como autodidacta a aprendi.

Para que seja recompensado
Com a mínima previsão.
Não totalmente calculado,
Naturalidade acima da questão.

Por mais que a notoriedade seja
Tamanha pela sua virtude,
Ambiciono a cereja
Mais perfeita desta amplitude.


Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Autor: António Botelho


Nova escrita amorosa



















A certeza é incerta,
O esquecimento é escasso.
O largo aperta
No afazer do que faço.

Perdura já a saudade
Clandestina do sentimento.
Sem que saiba a veracidade
Do incerto batimento.

Caem olhares directos,
Predilectos fixamente.
E, por outros afectos,
Elogio-os convictamente.

Procuro então seu canal,
Sua configuração,
Para que nessa tal
Eu seja máxima paixão.

Terça-feira, 18 de Agosto de 2009
Autor: António Botelho


O ainda desconhecido



























Uma sensação alucinante, algo semblante
À imaginação real que é admirável.
Talvez não totalmente confiante
Sei que o sentimento é amável.

Mas há uma sintonização
Ainda que bastante distante,
Dessa grande suposição
Do que possa vir a ser constante.

Pois a comparecência do mental
É proveniente do toque ancestral
Carícias feitas sobre uma monumental
Calma, ao olhar para o estrelado abismal.

Mas não nos iludamos com algo a mais,
Pois desconhecemo-nos ainda em muito
Por mais que sejam boas as morais,
Necessito do conhecimento conjunto.

Não podendo elevar mais esta apreciação
Pois o fado ainda em muito desconheço.
Receando sempre alguma interjeição,
Pois nunca se sabe o poder do adereço.

Mas a esperança, essa não me falta,
Pois espero que em tudo eu acerte,
A de tamanha felicidade que exalta
Minha mente que não é inerte.


Autor: António Botelho
Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009




Um Pensador na Noite

























Um pensador na noite é tudo quanto espera ser.
É tudo quanto ambiciona querer,
Sem que se deixe nas andanças perder,
É tudo o que ele quiser, no seu entender.


Um pensador na noite pode ser mágoa.
Pode ser ilustrações sentimentais
Em face das suas andanças situacionais,
Pode ser ser solúvel como água.


Um pensador na noite quer ser erudito.
Quer ser sentimentalmente um bom pensador,
De acordo com o que lhe permitir a dor,
Quer ser toda a nirvana num momento restrito.

Um pensador na noite realça para si a realidade,
Realça para si toda a possível idoneidade
Que detém dentro de si ou de outra interioridade,
Realça para si que é um pensador residente na sua idade.

Um pensador na noite pensará apenas que é pensador.

Autor: António Botelho
23 de Junho de 2008



Soneto - O Passado



















Findo história risonha,
Viajo ao passado longe.
Completa mas não medonha.
Pensamento de bom monge.

O esquerdo bem funciona,
Controla o verbal moderno,
Com ele se menciona
Passado que será eterno.

E medita tal sombrio,
Cego, sente o calafrio.
Prevê a irmandade ao fim.

Situado com desvio
Na regência do bravio,
Alma enternecida assim.
Autor: António Botelho
06 de Julho de 2009

Aurora junto à Sé Velha - Parte I















Cantam vozes do meu sentimento,
Espreguiçam-se com novo rejuvenescimento
Protocoladas para com a moral
Da humanidade mais supra-racional.

Na aurora escrevo com este orvalho,
Novos rumos no crepúsculo talho
Com relfexões e ambições,
Para o dia de amanhã com novas intuições.

Nas criptas soltas que escrevo,
Amanhece e rejuvenesce-se o meu ego
E, não renego a promessa que carrego:
A de ser honesto nesta vida da qual me encarrego.

Sete badaladas audíveis são soadas,
Mas quando baterem nove já pouco serão apreciadas.
Não adormece, nunca tem descanço
A Cabra. O monge imortal mais manso.

Autor: António Botelho
01/07/2009 06:45h

Aurora junto à Sé Velha - Parte II


















Somente os leves voam e cantam
Na atmosfera e nos telhados se implantam,
Encantam a manhã com alaridos,
São como morfina para os meus ouvidos.

O ar fresco que é injectado nos pulmões
Proporciona ao corpo vários corações
E, o Mondego que ao fundo corre,
Em horas de infelicidade me socorre

Pelo seu brilho reluzente da estrela,
Ampara a força e faz rejuvenescê-la.
A primeira passou, novo verão chegou
Para reforçar o tempo que passou.

Desde então, da anterior paixão
Amorosa e natural do meu coração.
Mas o Sol está ausente, nuvens à sua frente,
Mas nem por isso desmotivo, sou paciente

Consciente e influente da moralidade
Que deve ser usada para esta sociedade.
Sou então o Pensador na Noite, oculto,
Está a amanhecer, preparo-me para o tumulto.

Apenas analiso a sociedade da minha janela,
Sou demasiado compreensivo para estar nela,
Permaneço então distante, no meu morro,
Se alguém se aproxima, de imediato corro.

Para que o contágio mútuo não ocorra,
Somente sozinho vivo nesta masmorra
Que é apelidada oficialmente de infelicidade,
Na qual poucos sobrevivem com dificuldade.

E já deixo de ouvir as badaladas,
Os pássaros com as suas cantorias apuradas,
Só o ruído é fluente, o da confusão,
Que é proveniente desta pseudo civilização.

Autor: António Botelho



Reflexões

  • Há determinadas reflexões de aparência que não se devem pronunciar na presença do nosso desconhecimento.
  • Se parte do meu espírito não fosse feminino não me seria possível compreender esse mesmo sexo oposto.
  • Não temos de querer ser sempre os melhores, mas sim, o mais correctos, pois ser o melhor, não implica que sejamos correctos.
  • Nem tudo o que peralta no meu interior, é expresso no seu lado opressor.
  • Os estados sentimentais mudam e, por isso, posso afirmar que o estado sentimental de um pensador na noite, transformou-se com a mudança do dia.
  • Todas as verdades serão dilaceradas pela força rejeitada, que depois da verdade dita e comprovada, será por todos aclamada.
  • Para amar, na minha vida, nunca encontrarei alguém, já que não suporto os meus próprios erros, quanto mais os de outrem.
  • A simplicidade é uma mera parte do complicado.
  • A insignificância é toda a significância quando se perde a esperança.
  • A sensação de pureza só é possível no seio da natureza.
  • Da vida faço o que as variadas andanças me permitirem fazer.
  • Ninguém me conhece e vê. Mas se alguém me conhecer e ver, tem conhecimento daquilo que sou capaz de fazer.
  • Livido para comigo próprio faço da serenidade o meu ópio.
  • Perplexo para com o admirável, se essa admiração for merecedora tê-la-ei como incontestável.
  • Considerar-me-ei poeta somente quando ninguém me considerar como tal profeta.
  • Por mais variados que sejam os nossos estados mentais nunca nos esqueçamos da nossa personalidade base.
  • Os teus ideais são fundamentais, interessa-te pelos saberes mais abismais.
  • O saber de cór não significa conhecer, analisa o porquê das coisas e alcança o Saber.
  • Os espelhos que todos têm nas suas casas, não deveria ser somente para reflectir suas aparências físicas mas, sim também, as suas personalidades.
  • É necessário que criemos a nossa própria jurisdição, cujo objectivo será amarmo-nos sem possível conclusão.
  • O acto de ignorarmos certas pessoas pela aparência é uma das maiores hipocrisias da humanidade sem qualquer tipo de sapiência.
  • Não confundam simpatia com outro tipo de alegoria.
  • O ritual do progresso é aquele que tenho em mim expresso.
Autor: António Botelho

 

 

 

 

 
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